Como escrever textos que vão agradar os seus clientes

Como escrever textos que vão agradar os seus clientes?

Com o Marketing Digital bombando, produzir conteúdo virou um ótimo negócio para quem quer ganhar uma grana extra como freelancer ou até se dedicar em tempo integral ao trabalho.

Com o Marketing Digital bombando, produzir conteúdo virou um ótimo negócio para quem quer ganhar uma grana extra como freelancer ou até se dedicar em tempo integral ao trabalho.

Se você é bom com as palavras, gosta de horários flexíveis e de trabalhar por conta própria, essa pode ser sua carreira dos sonhos! Hoje, cada vez mais empresas precisam de produtores de conteúdo capacitados nos mais diversos assuntos.

Por isso, ainda que você não tenha uma formação em comunicação ou letras, você pode desenvolver seu talento escrevendo sobre áreas como engenharia, automobilismo, TI, biologia, saúde, nutrição, psicologia etc.

Nesse ramo, é comum que entre copywriters existam dois perfis distintos: o primeiro é composto por pessoas proficientes em escrita, que pesquisam e aprendem sobre diversos assuntos. Ao mesmo tempo, existem pessoas que entendem muito sobre determinado tema e desenvolvem habilidades de escrita para produzir conteúdo.

Vamos assumir o fato de que quem produz conteúdo, indiferentemente de outros trabalhos, possui prazos e objetivos. Logo, dependendo da sua agenda, é possível que em alguns dias você precise trabalhar mais do que a média diária.

Geralmente, em momentos de cansaço ou após muitas horas de trabalho, a taxa de erros e imperfeições pode aumentar. É por isso que até mesmo os redatores mais “profissas” têm de lidar, vez ou outra, com clientes e revisores insatisfeitos.

Sim, é chato quando isso acontece. É justamente por isso que selecionamos 7 dicas de como escrever textos agradáveis, com o essencial para encher os olhos dos seus clientes e leitores! Acompanhe o post a seguir e descubra como ser bem avaliado sempre!

Estude o cliente e seus concorrentes

Algumas pessoas se consideram capazes de escrever sobre um cliente sem sequer conhecê-lo. Outros, acreditam que somente a leitura do pitch fornece base para uma redação decente.

Infelizmente, nada disso funciona de fato, muito menos se seu objetivo é eficiência. Na verdade, não pesquisar aumenta muito a probabilidade que posteriormente sejam solicitados ajustes na redação, gerando ineficiência e demora. Além disso, ainda que você consiga se virar dessa forma, é ainda mais raro que redações sem pesquisa sejam bem avaliadas.

E, bem, uma prerrogativa para aumentar o preço do seu trabalho são avaliações muito boas dos clientes. Se quiser mesmo deixá-los de queixo caído com a qualidade do seu conteúdo, não hesite em conhecê-los a fundo.

Leia sobre o que o cliente faz, em que área atua, o que produz, para quem vende e qualquer tipo de informação que tiver disponível.

Estudou o briefing com cuidado? Então não pare por aí: pesquise sobre a empresa no Google, entre no site deles, leia posts do blog, veja o que os consumidores têm comentado nas suas páginas nas redes sociais e confira até mesmo a atuação da concorrência.

Essa pesquisa vai te dar uma noção muito mais clara de para quem você estará produzindo conteúdo e, consequentemente, qual é a melhor maneira de agradá-los.

Procure saber mais sobre a estratégia do cliente

Depois de ficar totalmente por dentro de quem é o cliente, é hora de começar a pensar na parte de marketing da redação: você sabe qual deve ser a estratégia por trás daquele conteúdo? Talvez você nunca nem tenha parado para pensar sobre isso, mas o que motiva a produção de conteúdo de determinado cliente?

Para alguns, por exemplo, a estratégia pode ser produzir posts para blog a fim de melhorar a reputação da empresa na internet. Em outros casos, o conteúdo visa gerar mais leads para o negócio. Há, ainda, aqueles que procuram aumentar o engajamento entre uma empresa já consolidada no mercado e seus consumidores.

De qualquer forma, essa é outra informação fundamental para que você acerte na hora de produzir, não acha? Afinal, a missão de todo conteúdo é, em última instância, fazer o leitor avançar no funil de vendas.

Conheça suas buyer personas

Agora você já sabe quem é o cliente, como anda a presença dele e dos concorrentes na web, qual é o objetivo e por meio de qual estratégia esse objetivo deverá ser alcançado, certo? Mas falta ainda conhecer, talvez, o mais importante: o público que vai acessar o seu conteúdo.

Para isso, toda estratégia de conteúdo requer a definição da persona (ou personas) do negócio em questão. Personas são representações semifictícias dos clientes do seu cliente. Ou seja, os leitores, quem vai consumir o conteúdo que você produzir.

Essa informação é primordial para que você entenda quais são as principais características da sua audiência, quais são seus problemas, qual é o tom e a linguagem preferidos. Assim, todos esses elementos vão fornecendo pistas sobre como enganchar seu alvo na leitura.

Se o seu cliente ainda não contar com buyer personas próprias, não tem problema: a gente te explica como criá-las!

Fique de olho no estágio do funil para cada conteúdo

Vale lembrar, ainda, que é preciso conjugar a estratégia do seu cliente com as informações sobre seus consumidores. Antes, de começar a redigir, procure saber para qual estágio do funil de vendas cada conteúdo a ser produzido se direciona.

Por sorte, a gente já falou bastante disso aqui no blog, então não vai ser difícil entender a questão. Acesse nosso post sobre por que escrever se baseando no funil de vendas, ou então vá direto para nossa série sobre o topo, o meio e o fundo do funil!

Não economize na pesquisa por referências

O cliente já te mandou um briefing com referências e tudo para a produção do conteúdo? Maravilha! Só que isso não quer dizer que o trabalho acabou, ok? Antes que seus dedos saiam digitando descontroladamente, pare e veja se não acha mais informações relevantes por aí!

É bom lembrar, neste momento, que todo conteúdo deve ser original. Portanto, dificilmente haverá algo de especial em um texto que não se aprofunda nas referências, que procura informações importantes nas entrelinhas, em fontes que tenham autoridade na web.

Consequentemente, saber inglês e outras línguas ajuda muito na redação, pois permite pesquiser referências internacionais, ainda que você escreva apenas em Língua Portuguesa.

No copywriting há uma tendência de que textos ruins sejam muito parecidos com as referências, justamente porque há redatores que tentam ganhar tempo apenas imitando. Embora não seja possível copiar estritamente um texto, dá para reescrever utilizando apenas sinônimos. O conselho, para esse caso, é nunca fazer isso. Além de dar um pé na bunda da originalidade, você também estará arriscando sua reputação.

Quem sabe você não encontra aquilo que estava precisando para surpreender com um conteúdo muito mais completo e atual do que o cliente estava esperando? Dê uma olhadinha nas nossas dicas sobre como encontrar as melhores referências para os seus textos e veja como brilhar nesse quesito!

Cuide da gramática, ortografia e formatação

Não tem jeito: ninguém gosta de ler um conteúdo cheio de errinhos de português e com uma formatação com cara de amadora. Sendo assim, não hesite em utilizar ferramentas que auxiliem nessa parte.

Você pode, por exemplo, contar as palavras repetidas, passar seu texto em um corretor on-line, consultar dicionários de sinônimos e significados para refinar a linguagem e o tom da escrita.

Embora seja normal haver uma padronização dos textos antes da publicação, saiba manter uma redação apresentável antes mesmo de enviá-la para aprovação. Deixe a fonte Comic Sans em cor-de-rosa para os e-mails entre amigos, preocupe-se em formatar o conteúdo com profissionalismo e não deixar o cliente com aquela impressão ruim antes mesmo de ler.

Acredite, são os detalhes que fazem a diferença entre encantar o cliente e apenas quebrar o galho.

Não tenha medo de perguntar

Obviamente, tudo o que a gente já falou até aqui é de extrema importância para que você produza um bom conteúdo e deixe o cliente sorrindo de orelha a orelha, mas o segredo, no fundo, não passa de entender exatamente o que é esperado de você e fazer disso para melhor.

Por isso, além de se atentar a tudo o que já mencionamos, se precisar, não deixe de tirar todas as dúvidas que surgirem antes de começar a escrever e até mesmo durante o processo de produção. Afinal, é melhor prevenir do que remediar, não concorda?

O que achou das nossas dicas? Você está preparado para deixar seus clientes sempre satisfeitos? Acesse nosso post sobre ghost writing com técnicas aprofundadas sobre o assunto!